FECHADO PARA REFORMAS

Publicado: junho 21, 2012 em Uncategorized

Quando eu criei esse lugar aqui, era pra mostrar as coisas boas que me aconteciam. Através da minha visão, dos meus sentimentos… Por isso o nome: Esses são os dias ensolarados….
Infelizmente de uns tempos pra cá não tenho coisas felizes pra compartilhar. E logo esse meu pedaço de mim(?) desapareceu e esse meus textos e frases já se perderam de mim…
Peço de desculpas a quem gostava… Mas me despeço daqui, até algo de feliz acontecer novamente…

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Roadside

Publicado: abril 28, 2012 em Uncategorized

Tell me what I’m supposed to do
With all these left over feelings of you
Cause i don’t know
And tell me how i’m supposed to feel
When all these nightmares become real
Cause i don’t know
And i don’t think you see
The places inside me that i find
And i dont know how we
Seperate the lies here from the truth
And i dont know how we
Woke up one day somehow thought we knew
Exactly what we’re supposed to do
So leave me at the roadside
And hang me up and out to dry
So leave me at the roadside
And hang me up and out to dry
And i don’t think you see
The places inside me that i find
And i don’t know how we
Woke up one day somehow thought we knew
Exactly what were supposed to do
So leave me at the roadside
And hang me up and out to dry
So leave me at the roadside
And hang me up and out to dry
Cause i don’t think you see
The places inside me that i find
And i don’t know how we
Woke up one day somehow thought we knew
Exactly what we’re supposed to do
…Exactly what to do

E agora, quem poderá me defender?

Publicado: abril 27, 2012 em Uncategorized

– Alguém tá me ouvindo?! Socorro! Faz dias que estou aqui!

Verdade… faz dias que estou aqui… o céu me mostra que a lua vem voltando e o frio me mostra que inevitavelmente o fim vem chegando.
Eu me perdi em algum ponto dentro dessa mata densa e escura, dias vagando internamente e nada de me encontrar, foi ai que eu cai…
A visão afunilada me diz que este é um desses poços antigos, por onde ninguém passa perto e provavelmente ninguém jamais vai me escutar, muito menos achar meu corpo pra poder dar os tratos fúnebres.
Estou com saudades de ver o Meu sol brilhando, a Minha lua subindo ao céu pra iluminar a escuridão…
Mas com isso eu já não posso contar mais, tudo tem se tornado uma escuridão e parece que a cada dia escurece mais e mais…
Não existe mais luz, não vai haver um novo dia…
Sim, é o fim.
Tudo se torna mais escuro, o frio me envolve, e eu quero seguir pra luz…

De volta para o futuro

Publicado: março 17, 2012 em Uncategorized

– Olha, aqui tem uma viagem totalmente descrita. Com as belas visões daquela praia… Parece que até consigo sentir o cheiro da maresia…
– Aqui eu encontrei um show, eles iam se divertir demais.
– Nossa, até mesmo os fogos na beira da praia ele conseguiu descrever aqui…
– Parece que esse cara fez uma caixinha com todos os sonhos dele… Será que ele conseguiu realiza-los um dia? Ou é como um potinho pra ele esquecer de tudo isso…?

Historiadores do ano 2255, após encontrar uma caixa coberta por fuligem de uma pobre alma do passado

Crianças…

Publicado: janeiro 22, 2012 em Uncategorized

Aqueles olhos pequenos e pretos te olham…
Ele para, te dá um sorriso e diz: – Não chora.

– Não to chorando meu nego.

– Não to falando de agora. Você acha que eu não vejo esses dias em que você vai deitar e fica até tardão chorando na cama?

– É que ta doendo neguinho…
– Tio, uma vez eu prendi o dedo no corrimão da escada rolante lembra? Doeu demais! Agora eu sei que não posso colocar o dedo ali… Afinal, machuca. Agora toda vez que penso em chegar perto… Eu lembro da dor.

O ar começa a ficar escasso, todo seu corpo se contorcendo. Pedindo. Não, implorando por um alguém, por uma simples mão que pode te levar de tudo isso.
E pensar que até pouco tempo, os caminhos trilhados te faziam lembrar da pequena Doroty do Mágico de Oz, só a estrada de tijolos amarelos te levaria a felicidade…
Porém em un ponto esta estrada desabou… E o que me aguardava lá embaixo era um poço de pixe. Agora os pulmões começam a se encher desse liquido viscoso, com um gosto rancoso, quase igual aquelas batatinhas daquela lanchonete famosa, mas cerca de dois dias depois de comprada… Nenhuma mão pra me puxar… Eu afundo… Sou puxado por uma força que me impede de me movimentar… Talvez essas sejam minhas ultimas palavras… Foi bom te ter aqui… Adeus… Leve o que só pertenceu a ti…

Bom, me vejo de volta a 2008. Acho que estes foram os dois piores natais da minha vida (2008-2011). Foram praticamente iguais… Me senti de novo em algo que eu nunca queria viver, que jamais tinha esperanças de passar.
Só queria ter acordado e visto que foi tudo um sonho e que a felicidade estava aqui… Perto de mim.

 

Só pra desabafar…